Crítica - A Odisseia (The Odyssey, 2026)
Christopher Nolan e seu projeto de ego. Três anos após conquistar o mundo com o seu bom " Oppenheimer " (2023), vencer sete Oscars e fazer uma das cinebiografias mais lucrativas de todos os tempos (sobre o malandro que criou a bomba atômica, fazendo mais dinheiro que o filme do Freddie Mercury), Christopher Nolan decidiu voltar, dessa vez um pouquinho mais diferente do que estamos acostumados a esperar dele, fugindo totalmente dos seus filmes de suspense, de ficção científica e até dos filmes históricos sobre a Segunda Guerra Mundial, e dessa vez, ele não só decide fazer mais um filme, ele decide testar todo o seu ego e adaptar uma das maiores obras de todos os tempos, " Odisseia ", de Homero , uma das bases de toda a mitologia grega, e também pegando diversos elementos da obra que vem anteriormente, que é "Ilíada". Não me levem a mal quando falo que é para testar o ego do Nolan, não sou um hater dele, mas é que, convenhamos, todos sabemos que...