Crítica - Pânico 7 (Scream 7, 2026)
Quando você se torna aquilo que mais criticava. Vamos mais uma vez falar dessa franquia que eu gosto tanto, já trouxe crítica de todos os outros da franquia por aqui, todos após ver pela primeira vez, então é algo que faz parte da história da página. E uma coisa da franquia que estava sempre presente em todos os filmes foram problemas de bastidores, mas nesse sétimo filme eles se superaram. Primeiro que a franquia tinha mudado o seu rumo e apostado em um novo núcleo de protagonistas, com novos diretores, mas que foram desfeitos quando Melissa Barrera , a Sam , se posicionou pró-Palestina publicamente, o que não caiu bem para os produtores da franquia, já que é uma produção da Paramount, que é uma empresa que tem uma linha política totalmente contrária ao que ela demonstrou. Com isso, ela foi demitida, a sua irmãzinha nas telas Jenna Ortega saiu, supostamente, em protesto, e logo em seguida, os diretores dos últimos dois que assumiram a bronca após o falecimento de Wes Crav...